sexta-feira, 27 de maio de 2016

Indonésia punirá estupradores de crianças com castração química


Decisão de presidente é resposta a crescimento de violência sexual no país


Adolescentes são presos por estupro de menor na Indonésia - AFP

JACARTA, Indonesia - O presidente da Indonésia assinou um decreto, nesta quarta-feira, para punir com mais rigor os estupradores de criança com castração química.

Além disso, os condenados que forem deixarem a prisão sob liberdade condicional terão que usar dispositivos de monitoramento eletrônico.

De acordo com o presidente Joko "Jokowi" Widodo, a ordem administrativa é uma resposta à crescente violência sexual contra crianças no país.

No último dia 14 de abril, uma adolescente de 14 anos foi estuprada e morta quando voltava para casa na ilha de Sumatra, no país asiático. Sete garotos adolescentes foram condenados a 10 anos de cadeia pelo crime, que causou uma onda de comoção nacional, reascendendo demandas anteriores por castração química de estupradores.

Na castração química, drogas são usadas para reduzir o desejo sexual de uma pessoa.

Países como Rússia, Austrália, Coreia do Sul e Estados Unidos já empregaram essa punição, em alguns casos como forma de reduzir o tempo de prisão.

O presidente Widodo já tinha deixado claro, anteriormente, que agressões contra crianças são um crime particularmente sério porque coloca em perigo a vida da criança e o seu bem-estar.

O Globo. 25/05/2016.

STJ aceita 37,5% dos recursos pedindo absolvição, diz Defensoria do RJ

De 80 recursos apresentados pela Defensoria Pública do Rio de Janeiro  ao Superior Tribunal de Justiça pedindo a absolvição de réus, a redução da pena ou a mudança no regime prisional, 30 são concedidos, ou seja, 37,5% do total. Além disso, as taxas de processos em que a pena foi reduzida ou os regimes atenuados são de 17,5%. "A média de redução de pena chega a 19 meses”, aponta a Defensoria, em petição apresentada para ser amicus curiaena Ação Declaratória de Constitucionalidade 43.
Shutterstock
Na ADC, apresentada pelo Partido Ecológico Nacional (PEN), é pedido que o Supremo Tribunal Federal declare a constitucionalidade do artigo 283 do Código de Processo Penal, que condiciona o início do cumprimento da pena ao trânsito em julgado de ação penal.
O levantamento foi feito com base nas 150 ações movidas por um dos defensores que atua pela instituição junto às cortes superiores. As outras 70 tratam de outros tipos de pedido.
Na peça, a Defensoria traz ainda dados de 2013 do estudo Panacéia universal ou remédio constitucional? Habeas Corpus nos Tribunais Superiores, promovido pelo professor Thiago Bottino. O levantamento aponta que a taxa de concessão de HCs, para alguns crimes, julgados pelo Superior Tribunal de Justiça, ultrapassava 30%. Quando se trata de modificar a pena, a taxa chegava a quase 50%. E para alterar o regime de pena o índice alcançava mais de 60%.
Um ano de diferença
Como exemplo do problema enfrentado com a mudança de entendimento do Supremo em relação à presunção de inocência, a Defensoria Pública cita o caso de uma mulher que foi condenada a 4 anos e 3 meses de reclusão em regime semiaberto, sem direito à substituição de pena, e, depois de recurso ao STJ, sua pena foi reduzida em um ano e alterada de privativa de liberdade para restritiva de direitos, além de seu regime ter sido flexibilizado para aberto.

“A ré, que respondia ao processo solta, poderia, segundo a decisão do Supremo Tribunal Federal, no habeas corpus 126.292/SP, ter sido presa a partir do acórdão da corte estadual que negou provimento à apelação da defesa e que foi prolatado em 06.02.2013. Restaria presa até 2 de maio de 2014 (data em que proferida a decisão do STJ)”, destaca a defensoria.
Giro jurisprudencial
A mudança de entendimento do STF em relação à prisão antes do trânsito em julgado ocorreu em fevereiro deste ano, por maioria de votos (sete a quatro), no julgamento do HC 126.292. Com a decisão, o Plenário da corte retomou a jurisprudência que valia até 2010. À época, o Supremo definiu que a Constituição é literal ao dizer, no inciso LVII do artigo 5º, que “ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória”.

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, afirma que a prisão só depois do trânsito em julgado da condenação “produziu três consequências muito negativas para o sistema de justiça criminal”. Em seu voto no julgamento do HC 126.292, o julgador destacou que, entre janeiro de 2009 e abril deste ano, menos de 3% dos recursos foram providos pelo STF.
O total vale para recursos providos a qualquer uma das partes. Se forem contados apenas as decisão favoráveis aos réus, o índice é de 1,1%. “Em verdade, foram identificadas apenas nove decisões absolutórias, representando 0,035% do total de decisões”, diz o ministro.
 é repórter da revista Consultor Jurídico.
Revista Consultor Jurídico, 25 de maio de 2016.

Las leyes de los Three strikes

Posted: 26 May 2016 03:10 AM PDT
Fotografía de Beto Chagas [BigStockPhoto]
El 2 de noviembre de 1993,  el Estado de Washington –en la costa Oeste de los EE.UU.– aprobó los dos artículos de la breve y pionera Persistent Offender Accountability Act (literalmente: Ley de responsabilidad de los delincuentes reincidentes).
Su elocuente exposición de motivos señaló que los habitantes de ese Estado consideraban que, en una sociedad civilizada, la protección de la comunidad frente a esta clase de delincuentes debe ser una prioridad porque el 50 por 100 de los condenados en ese Estado ya tenían antecedentes penales; por ese motivo, el Art. 2 de esta norma aprobó una política criminal que, posteriormente hizo fortuna en la mayoría de los estados de la Unión (el siguiente fue California en 1994 pero, a mediados de esa década, otros 23 territorios aprobaron legislaciones similares e incluso el Gobierno Federal): los delincuentes que sean condenados por tercera vez, por delitos graves, serán recluidos a perpetuidad sin posibilidad de que se les conceda la libertad condicional [de ahí procede el coloquial apelativo de Ley de los Three strikes, por la expresión del béisbol: three strikes and you´re out (al tercer golpe, estás fuera)]. Los objetivos que se perseguían con esta disposición eran: incrementar la seguridad ciudadana, reducir el número de delincuentes reincidentes y restaurar la confianza de los ciudadanos en la administración de justicia.
Pero el posterior desarrollo e implantación de esta normativa en los Estados Unidos ha dado lugar a criterios estatales muy diversos, como ha estudiado el sociólogo argentino Diego Zysman Quirós: la gran mayoría de los estados incluía en sus listas delitos violentos de gravedad como homicidio, violación, robo, incendio intencional y asaltos; algunos estados como Indiana, Louisiana y California, incluían también delitos no violentos relacionados con drogas; Washington delitos de traición y Carolina del Sur, incluso, malversaciones y cohecho. Asimismo, en otros territorios –como Arkansas, California, Kansas, Montana, Pensilvania, Carolina del Sur y Tennessee– la condena podía agravarse tan solo con dos strikes [ZYSMAN QUIRÓS, D. La crisis del welfare. En: RIVERA BEIRAS, I. Política criminal y sistema penal. Barcelona: Anthropos, 2005, p. 270].

¿Cumplen menos condena los delincuentes guapos?

Posted: 25 May 2016 03:10 AM PDT
Fotografía de Olly [BigStockPhoto]

“EL ASPECTO FÍSICO DE LOS DELINCUENTES COMO VARIABLE EN LA EJECUCIÓN PENAL”

“Nosce te ipsum”

I. LA TENDENCIA A VALORAR A LAS PERSONAS POR SU ASPECTO. El “EFECTO HALO”

La tendencia a efectuar una evaluación tendenciosa de otra persona basándose en características externas de ésta es lo que se conoce como el “Efecto Halo”, fenómeno psicológico que tiene una gran influencia en nuestras relaciones sociales y que ha sido objeto de un amplio y profundo estudio por parte de la psicología social. Sencillamente, significa que la característica más dominante de una persona, ya sea positiva o negativa, afecta a la forma en que se percibe el resto de los atributos de dicha persona.
Fue el estadounidense EDWARD L. THORNIDIKE, prestigioso profesor de psicología, el primero que en el año 1920, hizo investigaciones empíricas que respaldaban el “Efecto Halo”, como esa tendencia a generalizar un rasgo positivo o negativo de una persona y, basándose en ese rasgo, crear una opinión la misma. Posteriormente, han sido otros muchos los que han demostrado dicho “Efecto Halo” con experimentos como el reciente de NISBETT y WILSON, que se basa en la situación de las celebridades de Hollywood, en la que la gente fácilmente asume que como estas personas son físicamente atractivas, también son inteligentes, amables y de buen criterio. Esto también se aplica en gran medida a otros personajes famosos de la canción, del deporte, de los negocios, de la televisión etc.
El “Efecto Halo” es el causante de que “la primera impresión es la que cuenta”; los primeros atributos que se observan en alguien influyen en la valoración global que se hace sobre ese alguien y, además, se crean unas expectativas que determinarán la opinión sobre él, lo que además es difícil de evitar, porque en el “Efecto Halo”, los primeros rasgos que reconocemos de los demás influyen en nuestras  percepciones para posteriores interpretaciones a causa de nuestras expectativas. Y la variable que más evoca el “Efecto Halo” es lo que a primera vista se ve en una persona, que es su atractivo físico, que se considera central en dicho “Efecto”, hasta tal punto que a una persona considerada guapa, generalmente, se le asocian toda una serie de rasgos atrayentes y positivos sin saber si los tiene o no; el ser guapo, se asocia a que esa persona es ya de por sí una triunfadora social.
Del “Efecto Halo” sabe mucho la publicidad y el marketing, que lo utilizan magistralmente. También en la política se usa el “Efecto Halo”, sobre todo en campaña electoral, como buena prueba de ello, es ese afán de los candidatos de los distintos Partidos políticos por parecer más cercanos, divertidos y amigables, en un intento de causar buena impresión ante el electorado, para lo que visitan localidades, se pasean por sus calles, besan a todo mundo, se hacen selfies y, sobre todo, acuden a Programas de Televisión de variedades, donde cantan, bailan, cuentan intimidades de su vida personal etc., cosas que nunca harían sino fuera porque les interesa dar una imagen que les favorezca en su objetivo de obtener más votos .  
Tan determinante es el “Efecto Halo”, que se han hecho experimentos presentando diferentes fotografías a una serie de personas, que no conocían a las personas de las fotos de nada, para que emitieran un juicio de valor sobre las imágenes, y como resultado se apreció que las personas atractivas físicamente eran percibidas como más inteligentes,  más felices, de mejores familias, de mejor estatus social, laboral y económico que las que en las fotografías aparecían como menos atractivas (estudio realizado por KAREN DION y BERSCHEID en 1972).
Ni decir tiene que el “Efecto Halo” puede llevar a conclusiones tan erróneas como cada uno se puede imaginar y que quedaron demostradas en el citado experimento. Por ello,  este mecanismo frecuente del ser humano que nos conduce a valorar a las personas a partir de un rasgo sobresaliente, positivo o negativo, y generalizar a partir de esa primera impresión características que, posiblemente, nada tienen que ver con la realidad, conviene conocerlo y ser conscientes de su influencia en posibles decisiones, para tratar de evitar errores perceptivos y, en general, poder ser más precisos y libres a la hora de realizar juicios de valor, porque el peligro del “Efecto Halo”, como demostraron los investigadores KAREN DION y BERSCHEID en su estudio, es que aunque uno mismo crea que lo conoce y que puede controlar su influencia, en realidad, la mayoría de las veces ni siquiera se es consciente de su pernicioso efecto, de ahí, precisamente, su utilidad en el mundo del marketing y la publicidad.

II. El SESGO COGNITIVO DEL “EFECTO HALO” EN LA JUSTICIA PENAL

El sesgo cognitivo del “Efecto Halo”, tiene cabida en todos los ámbitos de la actividad pública y privada, en la política, en los términos que ya hemos visto, en los negocios y hasta  en la misma administración de justicia, de la que forma parte el sistema de la ejecución penal, en los términos que podemos comprobar a continuación.

1. En las decisiones judiciales que imponen penas

En un estudio llevado a cabo por EFRAN en 1974, se demostró que las personas más atractivas son sentenciadas a condenas más pequeñas que las personas poco atractivas, incluso cuando habían cometido, exactamente, el mismo delito. Un estudio más reciente de la Universidad de Cornell, publicado en 2010, mostró que los criminales feos tienden a recibir condenas más duras, de una media de 22 meses superiores a las condenas de las personas atractivas que cometen los mismos delitos.
Y es que los resultados de estos estudios, aunque nos puedan parecer poco creíbles, quedan demostrados por la realidad, cuando podemos comprobar que si bien es verdad que hay muchos delincuentes guapos, hay muchos más feos. En 2011, los profesores NACI MOCAN, de la Universidad Estatal de Luisiana y ERDAL TEKIN, de la Universidad Estatal de Georgia, analizaron los perfiles de 20.745 personas, así como su comportamiento entre 1994 y 2002, descubriendo que las personas consideradas feas tenían una ratio de criminalidad mucho mayor que las consideradas guapas, es decir que delinquen más los feos que los guapos.
Esta circunstancia de que delincan más los feos que los guapos es un caso típico de lo que se llama profecía autocumplida; la sociedad tiende a pensar que las personas feas son más proclives al delito, por lo que son empujados a este tipo de comportamientos desde la más tierna infancia y, al final, acaban cometiéndolos; es algo semejante a la teoría del etiquetamiento o “labelling approach” que defiende que la desviación no es inherente a un acto, sino que se muestra la tendencia de las mayorías a la calificación negativa o etiquetado de las minorías a las que se ve como desviación del estándar de las normas culturales y sociales. La teoría hace referencia a cómo la propia identidad y el comportamiento de los individuos puede ser determinado o influido por los propios términos utilizados para describir o clasificar dicho comportamiento y, se asocia con el concepto de los estereotipos. Esta teoría del “labelling approach” ha prestado especial atención a distintos colectivos minoritarios que, habitualmente, sufren el etiquetado o calificación negativa por su desviación de la norma mayoritaria social (discapacitados, enfermos mentales, criminales, homosexuales, niños, ancianos, minorías raciales, etc.).
En este sentido, diversos estudios demuestran, que ya desde la infancia, los niños más guapos empiezan a recibir menos castigos que los más feos, aunque se comporten igual. Este tratamiento injusto hace que al final, como apuntaban los profesores MOCAN y TEKIN en su estudio, “las personas feas estén más tentadas, o incluso empujadas, a cometer delitos que las personas atractivas”.
En otro estudio llevado a cabo por MONAHAN ya en el 1941, se presentó a un grupo de personas fotos de criminales reales y tenían que juzgar si esas personas habían cometido un crimen o no; las personas que participaron en el estudio encontraban difícil creer que las más atractivas hubiesen cometido algún crimen. Y es que una persona puede ser un delincuente peligroso, pero si es guapo se tiende a pensar que es más bondadoso y honesto que sus compinches feos. Nuestro subconsciente nos lleva a pensar que cuando una persona guapa es acusada de un delito horrendo, ha debido existir un error, no nos acabamos de creer que sea posible que alguien tan apuesto haya podido hacer algo tan abominable -no le pega esa conducta-.

2. En las decisiones administrativas que determinan el cumplimiento de las condenas impuestas por los Tribunales

El sesgo del “Efecto Halo” puede tener un terreno muy abonado en el medio penitenciario en las múltiples decisiones que condicionan la forma de cumplir la condena impuesta por los Jueces y Tribunales y la duración de la misma, porque estas decisiones requieren todas ellas de una evaluación de la persona del recluso por distintos profesionales de las ciencias de la conducta y, sobre los resultados de esa evaluación, se diseña el modelo de ejecución penal para cada interno.
Estas decisiones evaluativas sobre los reclusos son algunas tan importantes como la clasificación penitenciaria en uno u otro grado de los establecidos en la normativa penitenciaria -1º, 2º y/o 3º- que van a determinar un régimen de vida que puede ir desde el semi-aislamiento, propio del 1º grado, al de la semi-libertad, propio del 3º grado; otras decisiones de este calado son las que deciden la suspensión de la condena y la concesión de la libertad condicional, que afectan directamente a la propia duración de la pena impuesta por los Tribunales, cuando el recluso reúne unos determinados requisitos legales.
Estas decisiones penitenciarias y otras como los permisos de salida, las salidas programadas etc., requieren de juicios valorativos en los que intervienen múltiples variables, unas de tipo objetivo, como el tipo de delito cometido, la cuantía de la condena impuesta o la conducta del interno, pero la mayoría son juicios subjetivos, donde hay que valorar aquellos aspectos que justifican que al recluso se le pueda otorgar un mayor margen de responsabilidad para poder constatar la evolución positiva que le permita acceder a estadios de mayor libertad.
En estas decisiones evaluativas que los profesionales penitenciarios emiten de los reclusos sabemos muy poco sobre qué es lo que influencia las mismas, ya que aunque creamos que realizamos juicios objetivos, puede que no lo sean tanto.

III. CONCLUSIONES

A pasar del sesgo pernicioso que el “Efecto Halo” pudiera tener en las valoraciones evaluativas sobre las personas privadas de libertad que condicionan la forma de cumplir la condena y la duración de la misma, tenemos que decir que  en el medio penitenciario es muy fácil evitar dicho “Efecto” a la hora de tomar dichas decisiones evaluativas, por una razón muy sencilla, cual es que en esa decisión evaluativa intervienen muchos profesionales, lo que permite contrastar sus distintos puntos de vista y sus percepciones sobre la persona evaluada.
El hecho de que las decisiones que afectan a la forma de cumplir la condena y a la duración de la misma sean tomadas por profesionales cualificados y, además, en la mayoría de los casos supervisadas por un órgano superior, administrativo y/o judicial  hace difícil que los prejuicios cognitivos, que tienen su origen en la tendencia de nuestros cerebros hacia la simplificación, sacando conclusiones mediante la inercia, en vez de realizar un análisis de cada hecho por separado, tengan cabida posible en el ámbito de la ejecución penal.
Por ello, podemos afirmar, a modo de conclusión, que la tendencia a juzgar de forma favorable características concretas de una persona por su aspecto externo queda desechada en el medio penitenciario, por lo que los reclusos guapos cumplen la misma pena y en las mismas condiciones que los reclusos menos agraciados físicamente, no siendo la variable del atractivo físico una de las circunstancias que influyan en la ejecución penal; aun así es necesario esforzarse por filtrar la información que se maneja a la hora de adoptar decisiones valorativas sobre los reclusos, que afectan al cumplimiento de su condena y defenderse de este sesgo que lleva consigo el “Efecto Halo” para evitar cometer injusticias en el trato que se pueda dar a los diferentes reclusos sólo por su aspecto físico.
En cualquier caso, quiero dejar constancia de que esta conclusión que yo mantengo en este breve artículo sobre que, los reclusos guapos cumplen la misma pena y en las mismas condiciones que los reclusos feos es puramente intuitiva, extraída de una experiencia laboral larga, pero que no ha sido contrastada empíricamente con ningún estudio que se haya llevado al efecto sobre este tema en España, al menos que yo conozca.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Redução da Maioridade Penal | Votação no Senado

Prezadas e prezados,
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado discutirá na próxima quarta-feira (01/06) a PEC 33/2012, que pretende reduzir a maioridade penal e, por consequência, ferir uma das garantias mais importantes de justiça criminal e dos direitos da criança e do adolescente.
O Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCRIM) entende que a eventual aprovação da PEC coloca em risco direitos e garantias individuais protegidos pela Constituição e tratados internacionais em que o Brasil é signatário. Para o Instituto, tal medida é fruto de movimentos político-criminais radicais, pautados por uma perspectiva que busca maior rigor no que diz respeito à coerção penal, por meio do recrudescimento do sistema de justiça criminal.
Mobilize-se para evitar este retrocesso! Confira mais informações, o mapeamento das posições das senadoras e dos senadores de todo o País e pressione seus representantes. Acesse: www.ibccrim.org.br/maioridadepenal
Saiba mais sobre o posicionamento do IBCCRIM:

Direito constitucional de inviolabilidade do lar tem exceção em caso de tráfico

Apesar de ser garantido pela Constituição, o direito à inviolabilidade do domicílio não é absoluto. Em casos de flagrante delito, por exemplo, o Superior Tribunal de Justiça tem o entendimento de que a garantia constitucional deve ser excepcionada, hipótese em que é possível o ingresso de policiais na residência sem a necessidade de um mandado judicial.
Os julgados relativos às exceções à inviolabilidade de domicílio estão agora disponíveis na Pesquisa Pronta, ferramenta online do STJ criada para facilitar o trabalho de quem deseja conhecer o entendimento dos ministros em julgamentos semelhantes.
A ferramenta reuniu 62 acórdãos sobre exceções ao direito a inviolabilidade de domicílio (artigo 5º, inciso XI CF/88). Os acórdãos são decisões já tomadas por um colegiado de ministros do tribunal.
Em caso recente, o entendimento do STJ foi aplicado em julgamento no qual um grupo de pessoas foi preso em flagrante com 170 embalagens de cocaína. Em decisão de segunda instância, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro havia considerado ilegal a apreensão da droga, pois a ação dos policiais não foi precedida de ordem judicial.
De acordo com o ministro relator, Jorge Mussi, a situação de flagrante do crime de tráfico de drogas afasta a ilegalidade da prova do delito, ainda que sem a expedição de ordem judicial para ingresso no domicílio. “É dispensável o mandado de busca e apreensão quando se trata de flagrante do crime de tráfico ilícito de entorpecentes, como ocorreu na hipótese em apreço, até porque referido delito é de natureza permanente, ficando o agente em estado de flagrância enquanto não cessada a permanência”, apontou o ministro Mussi. Com informações da Assessoria de Imprensa do STJ. 
Revista Consultor Jurídico, 24 de maio de 2016.

STJ divulga jurisprudência sobre prisão em flagrante e aposentadoria

O Superior Tribunal de Justiça disponibilizou para consulta a sua jurisprudência sobre diversas matérias recorrentes na corte, entre elas a legalidade da prisão em flagrante devido ao ingresso de policiais no domicílio à noite e a contagem especial de período de trabalho insalubre, perigoso ou penoso para fins de aposentadoria de servidor público ex-celetista. As decisões podem ser acessadas na ferramenta Pesquisa Pronta.
Com relação ao primeiro tema, a jurisprudência aponta que o STJ tem decidido que não existe ilegalidade da prisão em flagrante devido ao ingresso de policiais no domicílio à noite. Para o tribunal, o artigo 5º, inciso XI da Constituição Federal, autoriza a entrada da autoridade policial nos casos de flagrante delito, nos períodos diurno e noturno, independentemente de autorização judicial.
No que se refere ao direito a contagem especial de período de trabalho insalubre, perigoso ou penoso para fins de aposentadoria de servidor público ex-celetista, o STJ entende que o servidor público ex-celetista que tenha exercido atividade laboral em condições insalubres possui esse direito.
Na pesquisa pronta também é possível encontrar o posicionamento da corte sobre o creditamento do Imposto sobre Produtos Industrializados em situações anteriores à Lei 9.779/1999, que regulamentou o Imposto de Renda. Para o STJ, o direito ao creditamento do IPI só se tornou possível após a vigência da norma.
Outro tema também disponibilizado diz respeito à análise da incidência de Imposto Predial e Territorial Urbano sobre imóvel pertencente ao Estado ou à concessionária de serviço público, quando destinado à prestação desses serviços. A jurisprudência do STJ vai no sentido do não cabimento da cobrança do IPTU do concessionário de serviço público que detém posse de bem em área de domínio útil da União, em virtude de contrato de cessão de uso. Com informações da Assessoria de Imprensa do STJ
Revista Consultor Jurídico, 24 de maio de 2016.

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