terça-feira, 30 de outubro de 2012

STJ voltará a discutir se estupro é crime hediondo


O Superior Tribunal de Justiça (STJ) reabriu a discussão sobre se o estupro sem lesão corporal grave ou morte da vítima é um crime hediondo. Caso entenda que não, os acusados desse delito poderão ter um cumprimento de pena mais leve: com liberdade condicional em menos tempo, por exemplo.
A ministra do STJ Maria Thereza de Assis Moura trouxe de volta a discussão no dia 17, quando decidiu que o tribunal vai unificar sua jurisprudência. "A grande novidade é que no Supremo Tribunal Federal (STF) já vingou que o estupro simples (sem lesão ou morte) é crime hediondo. Não entendo o porquê dessa discussão agora", diz o conselheiro da Ordem dos Advogados de São Paulo (OAB-SP) Otavio Augusto Rossi Vieira.
Apesar de o STF já ter decidido que todo tipo de estupro é hediondo desde 2001, como ainda a jurisprudência não era vinculante, a divergência continuou entre os juízes. Outro problema seria a mudança na classificação dos crimes sexuais. Desde 2009, o atentado violento ao pudor (atos sexuais sem penetração vaginal) passou a ser considerado estupro, o que mudou a Lei de Crimes Hediondos também. Isso teria levantado a dúvida novamente na Justiça.
"Não é um primor de redação essa norma. A Lei de Crimes Hediondos podia ser mais expressa, tanto a antiga como atual. Dá margem para interpretar que o estupro só é hediondo com a combinação da lesão ou morte", diz o advogado penal Roberto Delmanto Junior.
Segundo a Defensoria Pública do Estado de São Paulo, que apresentou o recurso a ser julgado pelo STJ, a ação trata de um crime cometido antes de agosto de 2009, quando se alterou a lei. Portanto, a decisão não valeria para os crimes depois dessa data, que seriam hediondos pela regra atual. A assessoria do STJ, no entanto, diz que isso só será definido com o julgamento do processo. "O tribunal pode decidir até mesmo para os crimes de hoje. A discussão é a mesma", explica Delmanto.
Efeito. Se a decisão do STJ considerar que o estupro não é um crime hediondo, poderá haver um efeito cascata nos demais processos - julgados ou em andamento. Os réus condenados poderão entrar com habeas corpus nas varas de execução criminal onde cumprem a pena ou com recursos no STJ para conseguir uma progressão ao regime aberto mais rapidamente.
Para o criminalista e deputado estadual Fernando Capez (PSDB-SP), é difícil que o STJ venha com esse novo entendimento e, se isso ocorrer, o STF poderá barrar. "A lei é clara e classifica como crime hediondo. Não há nenhuma razão para se mudar."
Na prática, a jurisprudência também tem diminuído a diferença entre os crimes comuns e hediondos. Em julho, o STF julgou inconstitucional a regra que impõe o regime inicial fechado para o tráfico, considerado hediondo. "Resta saber se isso será aplicado também ao estupro, esse é o detalhe", diz Capez.
Estatísticas paulistas. Em todo o Estado de São Paulo, de 2000 a 2009, segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), foram registrados 22.702 casos de atentado violento ao pudor e 18.770 de estupro. Com a unificação desses dois crimes, de 2009 até o segundo trimestre de 2012, foram 26.483 ocorrências de estupro. Hoje, a pena para o crime de estupro é de 6 a 30 anos, variando de acordo com as circunstâncias do delito.

Fonte: O Estado de S. Paulo

Pais que não acompanharem desempenho dos filhos na escola podem ser multados


O pai ou responsável que não comparecer à escola e acompanhar o desempenho de seu filho poderá ser punido. Projeto de lei com esse objetivo já recebeu parecer favorável e está pronto para ser votado na Comissão de Educação, Cultura e Esporte. O senador Cristovam Buarque (PDT/DF), autor da proposta (PLS 189/2012), afirma que a educação é um direito de toda criança e que a participação dos pais é essencial no processo educativo.
“A escola sozinha não consegue cumprir integralmente o papel de formadora, a educação não se faz apenas pela escola, isolada da responsabilidade e da ação dos pais no acompanhamento do desempenho de seus filhos”, afirma o autor.
A proposta prevê que o responsável deva comparecer na escola, seja ela pública ou privada, pelo menos uma vez a cada dois meses. Será considerada presença o comparecimento em reuniões de pais e mestres, ou conversas individuais com o professor, sempre atestadas pela direção da unidade estudantil.
Para o relator, senador João Capiberibe (PSB/AP), o fato dos pais matricularem seus filhos em escolas não tira a responsabilidade deles de monitorar e acompanhar o desenvolvimento educacional da criança ou do adolescente.
Penalidade
As penalidades para o não cumprimento da lei serão as mesmas previstas no Código Eleitoral para quem deixa de votar. Dentre elas, uma multa de 3 (três) a 10 (dez) por cento sobre o salário-mínimo, além da proibição de inscrição em concurso público, receber salário ou participar de cargos públicos; solicitar empréstimos em estabelecimentos de crédito mantidos pelo governo e obter passaporte ou carteira de identidade.
Em pesquisa feita pelo Alô Senado, a população diverge sobre o assunto. Para o cidadão Leonardo dos Santos Marques Gomes, de Ivinhema (MS), a proposta é positiva.
- Eu concordo com essa iniciativa, pois tem muitos pais que se omitem em saber como anda o desempenho do filho na escola. Na grande maioria das escolas, ocorre de apenas de um pai aparecer nas reuniões, o que é lamentável. Apoio em 100%. Pai preocupado com o filho é educação garantida e Brasil produzindo com qualidade- afirmou Leonardo.
No entanto, Lidiane Lima Santos, de Belo Horizonte (MG), é contrária à proposta. Ela afirma que muitos pais, para proporcionar um bom estudo a seus filhos, trabalham em dois empregos, o que em sua opinião dificulta a presença deles nas escolas.
- São muitos impostos e o salário é pouco, por isso muitos optam por trabalhar em mais de um lugar para dar estudo às crianças. Qual é a hora que esse pai ou mãe vai conseguir ir à escola do seu filho? - critica Lidiane Santos.
Após analise da CE, a matéria segue para a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania em caráter terminativo.

Fonte: Agência Senado

APAV_notícias #19 | Outubro 2012

  

Campanha de prevenção da violência sexual no ensino superior

O Projeto Unisexo, promovido pela APAV, visa atuar na área da prevenção da violência sexual no ensino superior, focando especificamente as relaçõesocasionais e de namoro estabelecidas pelos estudantes universitários.
A atividade central do Projeto Unisexo passa pelo desenvolvimento de uma campanha de prevenção, dirigida aos estudantes universitários.
Esta campanha tem como objetivo veicular uma mensagem chave: "Depois do não, pára! Respeita a vontade dos outros. A Violência sexual é crime."
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Joana Marques Vidal é a primeira Procuradora-Geral da República

Joana Marques Vidal foi empossada Procuradora-Geral da República, no passado dia 12 de Outubro, pelo Presidente da República.
A cerimónia de tomada de possecontou com a presença do primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, a presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, e o presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Noronha do Nascimento.
Para além das inegáveis competências técnicas e qualidades pessoais, destaca-se a coragem com que enfrenta cada novo desafio. Toda a equipa da APAV endereça publicamente os parabéns pela nomeação e os votos dos maiores sucessos.

Dia Europeu de Combate ao Tráfico de Seres Humanos

No dia 18 de Outubro foi assinalado o Dia Europeu de Combate ao Tráfico de Seres Humanos. Lançado pela Comissão Europeia em Outubro de 2007, esta iniciativa pretende promover a sensibilização do público em geral e dos governos europeus em particular, para a grave violação dos direitos humanos que constitui o crime de tráfico de seres humanos.
O Tráfico de Seres Humanos é um crime contra a Humanidade, sendo que mundialmente são transportadas inúmeras pessoas com o propósito da exploração.
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Expressive Shape ao vivo no Espaço APAV & Cultura

No dia 31 de Outubro, quarta-feira, o Espaço APAV & Cultura acolhe um concerto ao fim da tarde com o octeto Expressive Shape. Este espectáculo tem início pelas 19h30, nas instalações de sede da APAV, na Rua José Estêvão 135-A (ao Jardim Constantino), em Lisboa, e tem entrada livre.
O Expressive Shape Octet explora um vasto acervo de timbres, texturas sonoras, cambiantes de tonalidade, contrastes e convergências, na procura um novo olhar sobre a New Thing e a Free Improv, cujo léxico assimila e reformula.
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Especial:
Casa de Abrigo SOPHIA



Este mês temos em destaque a Casa de Abrigo SOPHIA para mulheres e crianças vítimas de violência.
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Companheiro de 85% das presas de SP também está preso, diz pesquisa


Estudo foi encomendado pela Secretaria de Administração Penitenciária.
Média é de quatro filhos por mulher presa no estado de São Paulo.


Cadeia de Itatinga só deverá receber presas transitórias (Foto: Reprodução/TV TEM)
Cadeia de Itatinga, no interior de São Paulo
(Foto: Reprodução/TV TEM)
Uma mulher jovem, negra, semianalfabeta, que trabalhou quando criança, com quatro filhos e cujo marido ou companheiro também está preso. Esse é o perfil geral da presidiária no estado de São Paulo, traçado por uma pesquisa inédita encomendada pela Secretaria de Administração Penitenciária a qual o G1 teve acesso.
O estudo foi realizado pelo Núcleo de Estudos e Pesquisa sobre Ensino e Questões Metodológicas em Serviço Social (Nemess), da PUC de São Paulo. De acordo com a coordenadora da pesquisa, a professora Maria Lúcia Rodrigues, foram entrevistadas 1.130 presidiárias, por meio de questionários e entrevistas aprofundadas em 11 unidades prisionais - de um total de 19 em todo o estado administradas pela Secretaria de Administração Penitenciária (SAP). O estudo durou 10 meses e foi concluído nesta terça-feira (30). A população carcerária feminina é de 10.909 mulheres - já a de homens é de 177.665.
O trabalho apresenta "diretrizes, políticas e serviços" para a elaboração de 10 mil manuais a serem distribuídos para todo o sistema prisional. De acordo com o estudo, 60% das presas do estado se declaram solteiras, 45% têm até 29 anos e 46% dizem ter trabalhado quando criança. "Sempre um trabalho muito duro, elas faziam questão de dizer. Ou trabalharam na roça, ou como domésticas", conta a pesquisadora Márcia Helena de Lima Farias.
A reincidência entre as presas é de 29%, e a grande maioria delas, 85%, tem o marido ou companheiro também presos. "O problema que se vê é: com quem ficam os filhos? Muitas vezes as crianças acabam indo para abrigos e sendo encaminhadas à adoção", analisa a autora do recém-lançado "Entre as leis da ciência, do Estado e de Deus - o surgimento dos presídios femininos no Brasil" e antropóloga Bruna Angotti. Para ela, "o argumento de que as mulheres entram no crime por influência do parceiro é complicado do ponto de vista sociológico, porque é como se elas não tivessem potencial de serem autoras, de fazerem suas próprias escolhas", diz a antropóloga. 
Outro dado que chama a atenção no estudo é o tipo de crime cometido pela maioria das mulheres: 72% estão presas por tráfico de drogas. "O crime está muito interessante, muito rentável. [...] A proteção não vem da política pública, vem do crime organizado. Ele compete com o Estado", diz Maria Lúcia. De acordo com Bruna Angotti, muitas vezes essas mulheres entram no tráfico para completar a renda. Outra coisa que também é comum, segundo ela, é a mulher ser presa quando está levando droga para o companheiro que está preso.
Quando perguntadas se conhecem algum programa ou alternativa para sair do crime, 80,6% das entrevistadas disseram que não. "Ela é excluída por natureza, na essência. Não é que não quer [mudar], mas não há essa dimensão de escolha", explica Márcia. Apesar de ser menor do que a masculina, o aumento da população carcerária feminina nos últimos nove anos [de 2001 a 2010] foi maior: 286% contra um aumento de 186% dos homens presos. 
Participantes do Nemess. Da direita: Maria Lúcia Rodrigues, Hannah Zuquim Prado (que também trabalhou na pesquisa), Cassia Maria Gellerh, Márcia Helena de Lima Faria, Alvandira Generosa de Souza e Monique Vicuna   (Foto: Giovana Sanchez/G1)
As participantes do Nemess. Da direita: Maria Lúcia
Rodrigues, Hannah Zuquim Prado, Cassia Maria
Gellerh, Márcia Helena de Lima Faria, Alvandira
Generosa de Souza e Monique Vicuna
(Foto: Giovana Sanchez/G1)
Mulheres em presídios de homens
As condições dos presídios, segundo as pesquisadoras, também não são apropriadas. "Com exceção da penitenciária de Tupi, nenhuma unidade prisional é feita para o gênero. São prédios antigos, que já foram prisões masculinas. [...] Muitas presas não recebem nem absorvente, se viram como podem."

Essa questão se deveu ao fato de que, quando passaram para a custódia do Estado, os presídios não foram adaptados para receber as mulheres. "Das três primeiras prisões femininas [a primeira construída em 1937], apenas uma foi feita especificamente para mulheres, as outras foram adaptações e isso é uma coisa que continuou", explica a antropóloga Bruna Angotti.
"A maioria das mulheres da década de 1940 eram presas por contravenção penal, que eram atos ligados à prostituição, como escândalo, desordem, alcoolismo e vadiagem, e crimes de lesão corporal leve (brigas com agressão física). Esse perfil mudou bastante. Primeiro pela necessidade de manutenção do lar, o número de mulheres que chefiam famílias aumentou, e depois por causa do ingresso da mulher no mercado de trabalho". Segundo Bruna, houve uma mudança estrutural dos tipos de crimes e também nos presídios. "Até a década de 1980, os presídios femininos eram administrados por freiras, e a função do cárcere era de recuperação moral, de retorno do papel social da mulher. Depois da saída das freiras, houve uma indiferenciação [por parte do cuidado do Estado] entre os presídios masculinos e os femininos."
Em 2010, a Assembleia Geral da ONU aprovou uma resolução conhecida como "Regras de Bangcoc", em que estipula normas básicas para o tratamento de mulheres presas. O conjunto de recomendações - entre elas atendimento médico para os filhos, direito a tratamento psicológico ou psiquiátrico e a proibição de isolamento e segregação como medida disciplinar para mulheres grávidas - é um reforço das já conhecidas "Regras Mínimas para o Tratamento de Presos", após se diagnosticar os problemas do encarceramento feminino no mundo.
Mães na cadeia
Segundo a pesquisa do Nemess, a média de filhos por presa de São Paulo é de quatro. A Defensoria Pública deu início, no começo deste ano, a um projeto chamado "Mães no Cárcere", em que mapeia a condição das mulheres gestantes e com filhos nas cadeias. Em cinco meses de trabalho, a Defensoria apurou que, das 1.627 presas da unidade de Franco da Rocha, 889 são mães e 141 estão gestantes (ou com indícios de gravidez). Ainda de acordo com o projeto, 80% dessas crianças estão sob a guarda de familiares.

Já segundo a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP), há atualmente, sob sua custódia, 119 gestantes, além de 142 crianças - em todo sistema penitenciário. Segundo a secretaria, desde fevereiro de 2011 foram inauguradas em três penitenciárias o chamado "espaço mãe", com "área para banho do bebê, trocador, lactário (local para preparo de bebidas lácteas e complementares aos lactantes), área para recreação e cursos para as mães."
Segundo uma lei federal de 2009, as penitenciárias devem oferecer condições para que a mãe presa possa cuidar do bebê e amamentá-lo. A SAP diz que está "buscando parcerias e desenvolvendo metodologias de trabalho específicas para lidar com essa situação", como o projeto “Meu Bebê Minha Vida”, que "conscientiza as gestantes a respeito de valores, comportamentos e ações" por meio de palestras e filmes.
Sem advogado
Segundo a pesquisa realizada pelo Nemess, 49,3% das presidiárias não têm advogado. Já o número registrado em outro estudo, realizado pela Defensoria Pública entre outubro de 2010 e outubro de 2011, é maior. Segundo eles, 68% das 11.010 entrevistadas em 90 presídios e cadeias do estado (administradas pela SAP e pela Secretaria de Segurança Pública) declararam não ter advogado contratado.

G1.

Professores da UniRitter lançam livro produzido no Sistema Penitenciário


contece hoje, 30 de outubro, a partir das 17h, no Território das Escolas – Cais do Porto, durante a 58ª Feira do Livro de Porto Alegre, o lançamento da obra Vozes de um tempo, uma seleção de textos produzidos no sistema penitenciário do Rio Grande do Sul. O livro é um lançamento da Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe), por meio do Departamento de Tratamento Penal (DTP) e contará com textos de 42 detentos.
A comissão responsável pela escolha dos textos foi coordenada pela professora de Direito Penal da UniRitter, Simone Schroeder, que mantém um projeto de extensão junto à Penitenciária Feminina Madre Pelletier. Com ela mais dois professores da Instituição, Maria José do Canto, professora de Sociologia, e Flávio Lunardi, professor de Língua Portuguesa e Literatura, selecionaram, entre diversos textos, aqueles que estão constituindo o livro.
 

Uniritter. Postado em 30/10/2012 

Jovens milionários e exibicionistas no Instagram (73 fotos)

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Como não sou milionário, resta trabalhar. Pá!
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18 táticas para fazer uma grande apresentação como Steve Jobs


Encantado com a capacidade de Steve Jobs tornar o lançamento de qualquer produto um grande evento, o autor norte-americano Carmine Gallo decidiu investigar as técnicas usadas pelo cofundador da Apple para criar apresentações de impacto. As conclusões resultaram no livro ‘The presentation Secrets of Steve Jobs – How to be insanely Great in Front of Any Audience’ (‘Faça como Steve Jobs e realize apresentações incríveis em qualquer situação’), lançado no Brasil pela editora Lua de Papel.
Ficou interessado? A revista Business Insider publicou uma lista com 18 dicas do livro para que qualquer mortal consiga fazer uma apresentação digna de um Steve Jobs. Confira:
1. Faça um planejamento analógico
Nada de perder tempo de cara no Power Point. A melhor estratégia é organizar suas ideias em uma folha de papel, um quadro ou cartões, para só então criar uma apresentação no computador.
2. Responda a pergunta mais importante
“Por que eu deveria me importar com o que está sendo dito?”
3. Desenvolva um propósito messiânico
De onde vem a sua paixão pelo assunto a ser tratado? Transmita essa paixão para a sua audiência.
4. Crie frases como se fossem posts no Twitter
As pessoas não querem ler um grande texto, elas querem ouvir uma história. Seja direto.
5. Desenhe um mapa
Crie uma estrutura de três atos para a sua apresentação, de forma que o público perceba que ela tem começo, meio e fim.
6. Apresente um antagonista
Mostre qual o problema a ser resolvido ou inimigo a ser vencido.
7. Revele o herói
Qual a solução para o problema? Qual a inovação ou novidade que vai levar à vitória?
8. Canalize o seu eu interior
Mantenha toda a apresentação simples, objetiva e minimalista
9. Enfeite seus números
Apresente as estatísticas de um jeito que seja relevante para sua audiência
10.Use palavras incrivelmente velozes
Reveja sua apresentação e edite, edite, edite…
11. Compartilhe o palco
Uma apresentação não deve ser o show de um homem só. Se possível, reveze com outras pessoas.
12. Dê vida a sua apresentação
Adicione vida removendo excessos de explicações e dando exemplos.
13. Revele algo inesperado
Há sempre uma surpresa no fim – uma surpresa planejada.
14. Tenha presença de palco
Domine sua linguagem corporal e faça movimentos que tenham a ver com a apresentação.
15. Faça parecer fácil
Ensaie, ensaie e ensaie.
16. Vista uma roupa adequada
Se vista como o líder que você sonha em se tornar.
17. Fale de forma natural
Uma vez que voce ensaiou seu discurso, fale de forma relaxada e natural.
18. Divirta-se
Mesmo se as coisas forem para o lado errado, divirta-se com elas.
Fonte Época Negócios

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