| Escrito por Equipe IDECRIM | ||
| Quarta, 29 Agosto 2012 | ||
Mais uma vez os mais expressivos doutrinadores brasileiros irão se reunir em Porto Seguro (BA) para, num evento que desde a sua primeira edição constituiu-se em um marco no Juslaboralismo Nacional, discutir Grandes Questões que elevam o conhecimento humano. Trata-se, portanto de um evento imperdível e você é nosso convidado a participar.
Como diz a máxima Kantiana, o homem está sempre em constante evolução para o melhor,razão pela qual é possível dizer que o ser humano busca seu bem estar, influenciado por seu próprio meio social, econômico e inevitavelmente por sua experiências pessoais. Daí, é possível extrair de que as relações estão impregnadas pelo Direito, e este, tem a tarefa de regular tais relações, sempre com os olhos voltados à evolução da sociedade, consequentemente, do Direito, o que nos remete a a uma constante reflexão para esses novos tempos.
Assim, a mais humana de todas as ciências (o Direito), exige do jurista nesse novo tempo, uma renovação de compromisso, por isso, o 10º Seminário Grandes Questões, que acontecerá nos dias 31 de Agosto e 1 de Setembro de 2012 no Auditório do Sunshine Praia Hotel em Porto Seguro tem por finalidade além de reunir juristas, oportunizar à comunidade jurídica um evento que já se notabilizou por excelência, debatendo temas relevantes ao nosso meio.
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quarta-feira, 29 de agosto de 2012
10º Seminário Grandes Questões
Projeto aumenta pena por exercício ilegal de profissão
A Câmara analisa projeto (PL 3608/12) que aumenta para detenção de dois a três anos, além de multa, a pena para quem exercer ilegalmente qualquer profissão ou atividade econômica. A pena atual é de prisão simples, de 15 dias a três meses, ou multa.
Para o deputado licenciado Romero Rodrigues (PSDB-PB), autor da proposta, o endurecimento da pena para quem exercer uma profissão sem cumprir os requisitos legais se justifica pelo dano causado à sociedade. “Tem sido cada vez mais comum a ocorrência de leigos praticando ações como se fossem profissionais habilitados, ou se arvorando conhecedores ou experts de determinadas matérias”, criticou.
Rodrigues chamou a atenção, por exemplo, para a prática irregular da advocacia. Segundo ele, tem sido frequente a proposição de ações civis públicas contra empresas que oferecem serviços de consultoria jurídica, prestados por pessoas que não são advogados, “causando prejuízos irreparáveis às pessoas que têm demandas na Justiça”.
Tramitação
A proposta será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania antes de seguir para votação no Plenário.
Para o deputado licenciado Romero Rodrigues (PSDB-PB), autor da proposta, o endurecimento da pena para quem exercer uma profissão sem cumprir os requisitos legais se justifica pelo dano causado à sociedade. “Tem sido cada vez mais comum a ocorrência de leigos praticando ações como se fossem profissionais habilitados, ou se arvorando conhecedores ou experts de determinadas matérias”, criticou.
Rodrigues chamou a atenção, por exemplo, para a prática irregular da advocacia. Segundo ele, tem sido frequente a proposição de ações civis públicas contra empresas que oferecem serviços de consultoria jurídica, prestados por pessoas que não são advogados, “causando prejuízos irreparáveis às pessoas que têm demandas na Justiça”.
Tramitação
A proposta será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania antes de seguir para votação no Plenário.
Íntegra da proposta: PL-3608/2012
Fonte: Agência Câmara de Notícias
Curso de Sociologia Jurídica
Curso de Sociologia Jurídica
- Autores: Alvaro Luiz Travassos de Azevedo Gonzaga / Henrique Garbellini Carnio
- Editora: Revista dos Tribunais
- Páginas: 256
- 2011
- A Sociologia Jurídica, na dicção de Miguel Reale, tem por objeto o estudo da experiência jurídica e mostra como os homens se comportam em confronto com as regras de Direito. O objetivo da presente obra é, principalmente, sistematizar o tema do surgimento e do desenvolvimento do pensamento sociológico no Direito e, depois, para os que se interessarem, fornecer bibliografia para um conhecimento mais aprofundado.Em texto claro e objetivo, são estudados a Sociologia e a Sociologia Jurídicaa Sociologia do/no DireitoDireito, ideologia e Sociologia da administração da Justiçaalgumas concepções sociológicase Sociologia e Antropologia e sua relação inevitável.APRESENTAÇÃOPREFÁCIONOTA DOS AUTORES1.a Parte – Apresentação da SociologiaCapítulo I – A Sociologia1. Considerações iniciais2. Sociologia3. Conceito e objeto da Sociologia4. Divisões da disciplina Sociologia4.1 Sociologia sistemática4.2 Sociologia descritiva4.3 Sociologia comparada4.4 Sociologia diferencial4.5 Sociologia aplicada4.6 Sociologia geral ou teórica5. Sociologias especiais6. SociologismoCapítulo II – Contexto Histórico, Dimensão Científica e sua Relação Originária com as Ciências Sociais1. Considerações iniciais2. Noção enciclopédica, dimensão científica da sociologia e relacionamento com as demais ciências sociais3. Contexto histórico: surgimento da Sociologia e sua noção científicaCapítulo III – O Fato Social e as Classes Sociais1. Considerações iniciais2. O que é fato social?3. As classes sociais2.a Parte – Desenvolvimento Histórico da Sociologia e da Sociologia JurídicaCapítulo IV – Breves Notas Sobre a História da Sociologia1. Considerações iniciais2. Notas sobre a história da sociologia2.1 Dimensionamento histórico sobre o tema e sua tratativaCapítulo V – Os Precursores da Sociologia1. Considerações iniciais2. Platão3. Aristóteles4. Ibn Khaldun5. Maquiavel6. Hobbes e Spinoza7. MontesquieuCapítulo VI – Os Fundadores da Sociologia1. Considerações iniciais2. Augusto Comte3. Herbert Spencer4. Le Play5. Karl Marx6. A sociologia no fim do século XIX e no começo do século XX6.1 Émile Durkheim6.2 Max WeberCapítulo VII – As Escolas Jurídicas e o Desenvolvimento da Sociologia do Direito1. As tradições jurídicas e a sociologia do direito2. Jusnaturalismo: a teoria do direito natural2.1 Versões fundamentais sobre o Jusnaturalismo2.2 Desenvolvimento histórico do Jusnaturalismo2.3 O Jusnaturalismo na Antiguidade2.4 O Jusnaturalismo na Idade Média2.5 O Jusnaturalismo na Modernidade – em especial Hugo Grócio2.6 O Jusnaturalismo na contemporaneidade – o contraponto do
positivismo jurídico3. A Escola Histórica4. Escola Exegética5. O positivismo jurídico5.1 Hans Kelsen e sua Reine Rechtslehre: o princípio da imputação5.2 Entre a necessidade da natureza e a liberdade da sociedade6. Émile Durkheim7. Max Weber8. O realismo jurídicoCapítulo VIII – Apontamentos sobre o Desenvolvimento da Sociologia Jurídica1. Considerações iniciais2. O pensamento sociológico-jurídico dos franceses2.1 Léon Duguit2.2 Henri Lévy-Brhul2.3 Marcel Mauss e Georges Gurvitch2.4 Referência a autores franceses contemporâneos3. A Alemanha e a Áustria e seu pensamento sociológico sobre o direito3.1 Eugen Ehrlich e alguns pensadores alemães de renome4. A Sociologia do Direito nos Estados Unidos5. A Sociologia do Direito na Escandinávia6. A contribuição sociojurídica brasileira de Pontes de Miranda e os estudosde Sociologia do Direito no país3.a Parte – Sociologia do/no DireitoCapítulo IX – Sociologia e Direito1. Considerações iniciais2. A Sociologia Jurídica3. Sociologia do direito e sociologia no Direito4. Posição e autonomia da sociologia jurídica5. Subdivisões da sociologia do direito5.1 A proposta de Georges Gurvitch5.1.1 Microssociologia do direito5.1.2 Sociologia diferencial do direito5.1.3 Sociologia genética do direito5.2 A proposta de Recaséns Siches6. Relações da sociologia jurídica com a dogmática jurídica e com a filosofia do direito7. O sociologismo jurídico8. Sociologia PolíticaCapítulo X – O Direito como Ciência Social e as Tarefas da Sociologia Jurídica1. O direito como fenômeno social2. Definição sociojurídica do direito3. As tarefas da Sociologia Jurídica4. O direito como fato social e a satisfação das necessidades sociaisCapítulo XI – A Metodologia da Sociologia Jurídica1. A questão tradicional do método em sociologia jurídica2. O sentido de método (ainda tradicionalmente)3. Os métodos e técnicas em sociologia jurídica3.1 O ponto de partida para a investigação3.2 Técnicas da sociologia jurídica: amostragem, observação, questionário, entrevista, análise documental, estudo de caso, a mensuração e o experimento3.2.1 Amostragem3.2.2 Observação3.2.3 Questionário3.2.4 Entrevista3.2.5 Emprego de documentos e estudo de caso3.2.6 Mensuração e experimento4.a Parte – Direito, Ideologia e Sociologia da Administração da JustiçaCapítulo XII – Direito e Ideologia: Conexões da Sociologia com o Direito a Partir de uma Análise Marxista1. Considerações iniciais2. Nota histórica sobre o conceito de ideologia3. A ideologia representativa4. Ideologia e direitoCapítulo XIII – Por uma Sociologia da Administração da Justiça1. Considerações iniciais2. Primeira parte: surgimento da Sociologia2.1 Visão Normativista X Visão Institucional e Organizacional2.2 Polarizações2.2.1 Variável dependente versus variável independente: o Direito é um propulsor ou um obstáculo das mudanças sociais?2.2.2 Oitocentistas: composição ou dialética?2.3 Da visão normativista substantiva para a possibilidade da visão processual e institucional do Direito2.4 Direito e Sociologia na sociedade capitalista Weberiana2.5 Mudança da conjuntura intelectual: condições teóricas e condições sociais3. Segunda parte: temas da Sociologia dos tribunais3.1 O acesso à justiça3.1.1 Os três grandes obstáculos ao acesso à justiça3.1.2 Por que existe essa distância entre os cidadãos e a administração da justiça?3.1.3 Quais são as limitações da assistência judicial gratuita?3.1.4 E no Brasil, como anda o acesso à justiça (gratuita) e à Defensoria Pública?3.2 A administração da justiça enquanto instituição política e profissional3.2.1 Tendências ideológicas3.2.2 Recrutamento dos servidores estáveis e vitalícios e opinião pública3.2.3 Distribuição dos magistrados no Brasil3.3 Os conflitos sociais e os mecanismos de resolução3.3.1 Sistemas não judiciais de composição de litígios no Brasil3.3.1.1 Mediação3.3.1.2 Arbitragem3.3.1.3 Conciliação3.3.1.4 A justiça restaurativa4. Terceira parte: para uma nova política judiciária5.ª Parte – Algumas Concepções SociológicasCapítulo XIV – A Concepção Pós-Moderna do Direito de Boaventura de Sousa Santos1. Apresentação2. A tensão entre regulação e emancipação no direito3. Des-pensar o direito4. Formas de direitoCapítulo XV – A Contribuição de Niklas Luhmann para a Sociologia Jurídica1. Apresentação2. Niklas Luhmann e a Sociologia do Direito2.1 A teoria social sistêmica2.1.1 Sistemas autopoieticos2.2 A sociologia do direito no pensamento de LuhmannCapítulo XVI – A Investigação Sociológica do Direito e da Justiça de Hans Kelsen1. A contribuição esquecida de Kelsen2. A investigação do pensamento primitivo3. O homem social e o princípio da retribuição4. O dualismo sociedade /natureza e a importância de sua superação para a compreensão da Sociologia Jurídica5. Conclusão6.ª Parte – Sociologia e Antropologia e sua Relação InevitávelCapítulo XVII – Investigação Socioantropológico da Sociedade e do Direito1. A gênese da sociedade e do direito nas comunidades primitivas1.1 A interpretação Primitiva da Natureza Intrínseca a Sociedade1.2 A psiquê primitiva2. O conceito de magia e sua importância sobre a estrutura organizacional da comunidade primitiva2.1 A falta de consciência do “eu” e a magia primitiva2.2 O princípio da retribuição como condutor das relações sociais primitivasBibliografia
Inscrições abertas para o curso de extensão em Direito Penal Econômico
Estão abertas as inscrições para o Curso de Extensão em Direito Penal Econômico, realizado pela Academia Brasileira de Direito Constitucional (ABDCONST) e coordenado pelo advogado Francisco Monteiro Rocha Jr, doutorando da UFPR e vice-presidente do Instituto Brasileiro de Direito Penal Econômico. O curso inicia no dia 27/09 (quinta-feira), com aulas multitemáticas relacionadas ao Direito Penal Econômico, sempre das 18h30 às 22h30, correspondendo a 36 horas de atividades complementares.
A programação do curso inclui os seguintes temas: “Teoria Geral da Criminalidade Econômica” (27/09) e “Crimes relacionados às operações de importação e exportação” (03/10) com o professor da Unicuritiba e Mestre pela UFPR, Luiz Henrique Merlin;“Crimes contra a Ordem Tributária” (04 e 05/10) com o professor da UFRJ e doutor pela USP, Diogo Rudge Malan; “Crimes contra o Meio Ambiente” (10/10) com o professor da UNIMEP e doutor pela USP, José Renato Martins; “Crimes de evasão de divisas e lavagem de capitais” (17/10) com o advogado criminal e mestre pela UFPR, José Carlos Cal Garcia Filho; “Crimes contra o sistema financeiro nacional” (18/10), com o juiz da 2ª Vara Federal Criminal e doutorando pela UFPR, Flávio Antônio da Cruz e“Medidas Cautelares Reais” (24 e 25/10), com a advogada e doutoranda pela USP, Larissa Leite.
Segundo Francisco Monteiro Rocha Jr, o escopo do curso foi baseado nas matérias mais presentes no dia a dia dos operadores do direito que atuam nesta área do Direito Penal. “O objetivo é debater um dos temas mais importantes das ciências criminais na atualidade, que não obstante estar tendo bastante incidência prática, e de estar sendo cobrado em concursos e provas da OAB, tem raríssimo espaço – quando tem algum – durante a graduação”, diz. O especialista ainda afirma que o curso é inédito em Curitiba, neste modelo de extensão, estando aberto a estudantes e profissionais do Direito.
O curso Direito Penal Econômico acontece na sede da ABDCONST à rua XV de Novembro, 964 – 2° andar, no Centro. As vagas são limitadas e o custo é de R$ 950 à vista ou em três vezes de R$ 333. Mais informações (41) 3024-1167 e abdconst@abdconst.com.br.
Serviço – Curso de Extensão de Direito Penal Econômico
Período: de 27/09 a 25/10 com aulas intercaladas entre quartas e sextas-feiras
Horário: 18h30 às 22h30
Local: Academia Brasileira de Direito Constitucional (ABDCONST)
Endereço: rua XV de Novembro, 964 – 2° andar, no Centro
Valor: R$ 950 à vista ou em três vezes de R$ 333
Informações e inscrições: (41) 3024-1167 e abdconst@abdconst.com.br.
Realização: Academia Brasileira de Direito Constitucional (ABDCONST)
Informações para a imprensa:
Básica Comunicações
Contatos: (41) 3019-9092 / 3023-7385
Jornalista responsável: Adriana Mugnaini – adriana@basicacomunicacoes. com.br
Currupção
A corrupção não é um fenômeno brasileiro. Tampouco, está restrita às instituições públicas. Pelo contrário, trata-se de um mal internacional, que afeta praticamente todos os países do mundo e, de forma indistinta, instituições governamentais e privadas. O combate passa tanto por ações repressivas, quanto por medidas preventivas. Mas qualquer que seja o caso, uma questão é fundamental: é preciso conhecer as raízes de um problema que afeta diretamente a vida de milhões e milhões de pessoas.
Em debate mudanças no Exame da OAB!
Prezados,
Em debate mudanças no Exame da OAB!
Assista hoje, a partir das 15h em nosso portal Atualidades do Direito, autoridades da FGV e Especialistas, discutirem por meio de um enfoque construtivo os aspectos técnicos da prova, bem como apresentar soluções para um melhor desempenho dos candidatos.
Atenciosamente,
Equipe Atualidades do Direito
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