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segunda-feira, 6 de abril de 2015

LEAP BRASIL - Informes 1º trimestre 2015

LEAP BRASIL

INFORMES
1° trimestre 2015

MARÇO

Agência da ONU aponta os danos provocados pela proibição
Em documento enviado como contribuição para as discussões a serem desenvolvidas na UNGASS (a Sessão Especial da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas sobre o Problema Mundial das Drogas, a se realizar em abril de 2016), o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD ou UNDP na sigla em inglês) claramente aponta a falência e, mais do que isso, os danos provocados pela globalmente imposta proibição às selecionadas drogas tornadas ilícitas e sua política de ‘guerra às drogas’. Pela primeira vez, a crítica contundente a essa falida e danosa política parte de um organismo da própria ONU, o que, naturalmente, sinaliza e reforça a percepção de que a comunidade global começa, mais e mais, a recobrar a razão e perceber que já é tempo de pôr fim à proibição e à sua ‘guerra às drogas’; que já é tempo de legalizar e consequentemente regular e controlar a produção, o comércio e o consumo de todas as drogas.

LEAP conversa sobre política de drogas com as Pastorais Sociais da Arquidiocese de São Paulo
No dia 19 de março, o Fórum das Pastorais Sociais da Arquidiocese de São Paulo promoveu Roda de Conversa sobre Política de Drogas no Brasil, com a presença da porta-voz da LEAP, juíza (aposentada) Maria Lucia Karam. A atividade ocorreu na Casa de Oração do Povo da Rua, na cidade de São Paulo. Reunindo integrantes das diversas Pastorais Sociais, dentre as quais a Pastoral Carcerária, a conversa foi bastante proveitosa, permitindo que seus integrantes, de orientação católica, aprofundassem suas reflexões sobre a necessidadeda legalização e consequente regulação e controle da produção, do comércio e do consumo de todas as drogas.

LEAP e República Checa organizam evento na ONU para discutir emenda às convenções proibicionistas sobre drogas
Realizou-se em Viena, de 9 a 17 de março, o 58º Período de Sessões da Comissão sobre Drogas Narcóticas (CND) da Organização das Nações Unidas (ONU) e seu segmento especial preparatório da Sessão Especial da Assembleia Geral sobre o Problema Mundial das Drogas (UNGASS 2016). A LEAP, em conjunto com a delegação oficial da República Checa, apresentou evento paralelo, incluído na programação do CND, no dia 9 de março às 14h20m (hora local), na Sala MOE79 do VIC (o prédio da ONU em Viena), tendo como título: Emenda às Convenções: Uma Opção para a Reforma da Política de Drogas. Nesse evento, a LEAP discutiu sua Proposta de Emenda às Convenções da ONU sobre drogas, que, elaborada em 2014, aponta um caminho concreto para o fim da proibição e sua política de “guerra às drogas”.


FEVEREIRO

Ministra da Justiça de Portugal defende legalização do comércio de drogas
Portugal é sempre lembrado pela política de descriminalização do consumo para uso pessoal de todas as drogas, cujos resultados positivos são bastante conhecidos. Mas, Portugal parece disposto a assumir a liderança europeia não apenas na limitada descriminalização. Em entrevista à Rádio TSF, em 7 de fevereiro, a Ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, defendeu a legalização da venda de drogas, destacando os “ganhos para os cidadãos” que advirão da legalização, com a diminuição de mortes, da “criminalidade organizada”, da atividade de gangues violentas e do branqueamento de capitais. Embora o Primeiro-Ministro português, Passos Coelho, tenha afirmado em seguida que esta não é matéria que faça parte de seu programa de governo e que as declarações da Ministra da Justiça refletem uma opinião pessoal, as declarações de Paula Teixeira da Cruz são bastante significativas, sinalizando o inexorável avanço na conscientização de mais e mais pessoas sobre a necessidade da legalização e consequente regulação e controle da produção, do comércio e do consumo de todas as drogas, levando a que mais e mais políticos comecem a exteriorizar posicionamentos nesse sentido.

Resposta da LEAP a comunicado do INCB
Em comunicado publicado em Viena, em 2 de fevereiro, a Junta Internacional de Controle de Narcóticos (INCB) – órgão encarregado de monitorar o cumprimento das três convenções da ONU sobre drogas – mais umas vez advertiu os Estados nacionais que tais convenções não permitem qualquer derrogação de seus dispositivos que restringem a fins exclusivamente médicos e científicos a produção, a distribuição e o consumo das drogas ilícitas. Em carta dirigida ao presidente do INCB, a Law Enforcement Against Prohibition (LEAP) manifestou sua respeitosa discordância com o teor do comunicado, convidando tanto o INCB como o Escritório das Nações Unidas para Drogas e Crimes (UNODC) e aComissão sobre Drogas Narcóticas (CND) a discutir a proposta da LEAP de emenda àquelas proibicionistas convenções. Com a nova concepção exposta na proposta da LEAP, o INCB deixaria de ser visto, como acontece hoje, como a “polícia das drogas”, para se tornar o “médico das drogas”. Com essa nova concepção, as convenções da ONU sobre drogas deixariam de ser um símbolo de intolerância e punição, para se tornarem um símbolo de tolerância e ajuda.


JANEIRO

Pena de morte executada contra brasileiro na versão indonésia da “guerra às drogas”
Dias após um menino de apenas 11 anos, mas logo apontado como “traficante”, ter sido morto em confronto com policiais ocorrido em “pacificada” favela do Rio de Janeiro, outro brasileiro, esse adulto, condenado à morte por “tráfico” de cocaína, foi executado na Indonésia, em 17 de janeiro (18 de janeiro naquele país asiático). A “guerra às drogas”, em sua versão brasileira ou na versão indonésia, é, como quaisquer outras guerras, necessariamente letal. São mortes em confronto; são mortes no fogo cruzado; são mortes na disputa do mercado posto na ilegalidade; são mortes por dívidas não pagas; são execuções extrajudiciais; são mortes planejadas, com hora marcada, frias execuções oficialmente integradas ao sistema penal. É preciso pôr fim a todas essas mortes. É preciso pôr fim às convenções internacionais e leis nacionais que normatizam a insana, falida e ilegítima proibição às arbitrariamente selecionadas drogas tornadas ilícitas. É preciso pôr fim à nociva e sanguinária política de “guerra às drogas”. É preciso legalizar e consequentemente regular e controlar a produção, o comércio e o consumo de todas as drogas.

Informe sobre assembleia geral ordinária da LEAP BRASIL
Na assembleia geral ordinária da LEAP BRASIL, realizada em 15 de janeiro de 2015, foram apresentados e aprovados o relatório da Diretoria concernente às atividades realizadas no ano de 2014, bem como o planejamento de atividades para o ano de 2015.

Entrevista do ministro da Justiça do Brasil: a recusa a discutir e aprender sobre o tema das drogas
Em entrevista ao jornal O Globo de 10 de janeiro, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo declarou que “não está em pauta a liberação de drogas hoje”, deixando claro que ”vê com bons olhos a separação entre usuários portadores de pequenas quantidades de drogas e traficantes, mas não quer nem ouvir falar em mudanças mais amplas.” A peremptória recusa a sequer discutir parece caminhar junto com o desconhecimento do tema: “mudanças mais amplas” não colocam em pauta “liberação de drogas”. Ao contrário. O que está sim em pauta, cada vez mais fortemente, é a urgente necessidade de legalizar e consequentemente regular e controlar a produção, o comércio e o consumo de todas as drogas. Legalizar longe está de significar liberar. Ao contrário. Legalizar significa regular e controlar. Na mesma matéria jornalística, o ministro da Justiça afirma que “ainda é cedo para estabelecer uma meta para a redução de homicídios” no Brasil. Se não se recusasse a discutir e aprender sobre o tema das drogas, se voltasse sua atenção e se sensibilizasse com as mortes de policiais, de militares deslocada e ilegitimamente exercendo funções policiais em favelas do Rio de Janeiro, de apontados “traficantes” e de outras tantas pessoas, inclusive crianças, atingidas em meio ao fogo cruzado nos enfrentamentos provocados pela nociva e sanguinária “guerra às drogas”, o ministro da Justiça e o governo do qual faz parte mais do que estabelecer, sem delongas, metas para a redução da elevadíssima taxa de homicídios no Brasil, poderiam efetivar tal redução imediatamente. Basta eliminar uma das principais causas dessa mortandade. Basta pôr fim à insana, falida e ilegítima proibição às arbitrariamente selecionadas drogas tornadas ilícitas e à sua nociva e sanguinária política de “guerra às drogas”. Basta legalizar e consequentemente regular e controlar a produção, o comércio e o consumo de todas as drogas.

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CONTRIBUIÇÕES PARA A LEAP BRASIL

Contribuições financeiras são importantes para que a LEAP BRASIL possa dispor de meios que assegurem a mais ampla divulgação de seus objetivos, seus princípios, sua missão de lutar para pôr fim à violência, aos danos e sofrimentos provocados pela proibição, conquistando a necessária legalização e consequente regulação da produção, do comércio e do consumo de todas as drogas.

As contribuições – sempre voluntárias – poderão ser efetuadas através de depósitos identificados mensais, anuais, ou em qualquer outra periodicidade, no valor de R$30,00; R$ 50,00; R$100,00, ou qualquer outro que associados e apoiadores entenderem conveniente.

Os dados para os depósitos são:
Banco: Itaú
Conta creditada: LEAP BRASIL
CNPJ: 17.056.064/0001-07
Agência: 6006      Conta corrente: 14370-2


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  • ANDRADE, Vera Regina Pereira de. Sistema Penal Máximo x Cidadania Mínima: códigos da violência na era da globalização. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2003.
  • ANDRADE. Pedro Ivo. Crimes Contra as Relações de Consumo - Art. 7º da Lei 8.137/90. Curitiba: Juruá, 2006.
  • ANITUA, Gabriel Ignácio. História dos Pensamentos Criminológicos. Rio de Janeiro: Revan/ICC, 2008. Coleção Pensamento Criminológico n. 15.
  • ARAÚJO, Fábio Roque e ALVES, Leonardo Barreto Moreira (coord.). O Projeto do Novo Código de Processo Penal. Salvador: Juspodivm, 2012. 662p.
  • AZEVEDO, Rodrigo Ghiringhelli de; CARVALHO, Salo de. A Crise do Processo Penal e as Novas Formas de Administração da Justiça Criminal. Porto Alegre: Notadez, 2006.
  • BAKER, Mark W. Jesus, o Maior Psicólogo que Já Existiu. São Paulo: Sextante, 2005.
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  • BARBATO Jr, Roberto. Direito Informal e Criminalidade: os códigos do cárcere e do tráfico. Campinas: Millennium, 2006.
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  • BRAUN, Suzana. A violência sexual infantil na família: do silêncio à revelação do segredo. Porto Alegre: AGE, 2002.
  • CARNEGIE, Dale. Como fazer amigos e influenciar pessoas. Trad. de Fernando Tude de Souza. Rev. por José Antonio Arantes de acordo com a edição americana de 1981 aumentada por Dorothy Carnegie. 51. ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2003.
  • CARVALHO, Salo de. A Política Criminal de Drogas no Brasil (Estudo Criminológico e Dogmático). 4. ed. ampl. e atual. e com comentários à Lei 11.343/06. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2007.
  • CARVALHO, Salo de. Anti Manual de Criminologia. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2008.
  • CARVALHO, Salo de. Crítica à Execução Penal - 2. ed. rev., ampl. e atual. de acordo com a Lei nº 10.792/2003. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2007.
  • CASTRO, Lola Aniyar de. Criminologia da Libertação. Trad. Sylvia Moretzsohn. Rio de Janeiro: Revan/ICC, 2005. (Pensamento criminológica; v. 10)
  • CERVINI, Raul. Os processos de descriminalização. 2. ed. rev. da tradução. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2002.
  • CHARAM, Isaac. O estupro e o assédio sexual: como não ser a próxima vítima. Rio de Janeiro: Record/Rosa dos Ventos, 1997.
  • COSTA, Yasmin Maria Rodrigues Madeira da. O Significado ideológico do sistema punitivo brasileiro. Rio de Janeiro: Revan, 2005.
  • D'AVILA, Fabio Roberto; SOUZA, Paulo Vinicius Sporleder de. Direito Penal Secundário: Estudos sobre Crimes Econômicos, Ambientais, Informática. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2006.
  • D'ELIA FILHO. Orlando Zaccone. Acionistas do Nada: quem são os traficantes de droga. Rio de Janeiro: Revan, 2007.
  • DA ROSA, Alexandre Morais. Guia Compacto de Processo Penal conforme a Teoria dos Jogos. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2013.
  • DA SILVA, Edimar Carmo; URANI, Marcelo Fernandez. Manual de Direito Processual Penal Acusatório. Curitiba: Juruá, 2013.
  • DE GIORGI, Alessandro. A miséria governada através do sistema penal. Rio de Janeiro: ICC/Revan, 2006. Coleção Criminológica n. 12.
  • DIMOULIS, Dimitri. Manual de Introdução ao Estudo do Direito. 2. ed. rev., atual. e ampl. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2007.
  • DIMOULIS, Dimitri. O caso dos denunciantes invejosos: introdução prática às relações entre direito, moral e justiça. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2003.
  • DOUGLAS, William. Como falar bem em público/ William Douglas, Ana Lúcia Spina, Rogério Sanches Cunha. São Paulo: Ediouro, 2008.
  • FERNANDES, Antonio Scarance. Processo Penal Constitucional. 7. ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2012.
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  • GOFFMAN, Erving. Manicômios, prisões e conventos. Trad. Dante Moreira Leite. São Paulo: Perspectiva, 2007. (Debate; 91/ Dirigida por J. Guinsburg)
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  • MAZZILLI NETO, Ranieri. Os caminhos do Sistema Penal. Rio de Janeiro: Revan, 2007.
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  • MENDRONI, Marcelo Batlouni. Crime Organizado - Aspectos Gerais e Mecanismos Legais. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
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  • NEVES, Eduardo Viana Portela. Criminologia para concursos públicos. Salvador: Juspodivm, 2013.
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  • NUCCI, Guilherme de Souza. Código Penal Comentado. 8. ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2008.
  • NUCCI, Guilherme de Souza. Leis Penais e Processuais Penais Comentadas. 3. ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2008.
  • NUCCI, Guilherme de Souza; NUCCI, Naila Cristina Ferreira. Prática Forense Penal. 3. ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2008.
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  • POLITO, Reinaldo. Superdicas para falar bem: em conversas e apresentações. São Paulo: Saraiva, 2005.
  • PORTO, Roberto. Crime Organizado e Sistema Prisional. São Paulo: Atlas, 2007.
  • PRADO, Luiz Regis. Bem Jurídico-Penal e Constituição. 3. ed. rev., atual. e ampl. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2003.
  • PRADO, Luiz Regis. Comentários ao Código Penal. 4. ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2007.
  • Revista Visão Jurídica - Editora Escala (www.escala.com.br)
  • RODRIGUES, Anabela Miranda. A posição jurídica do recluso na execução da pena privativa de liberdade. São Paulo: IBCCRIM, 1999 (Monografias / IBCCRIM; 11)
  • ROSA, Alexandre Morais da. Garantismo Jurídico e Controle de Constitucionalidade Material. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2005.
  • ROSA, Alexandre Morais da. Introdução Crítica ao Ato Infracional - Princípios e Garantias Constitucionais. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2007.
  • ROSA, Alexandre Morais da. Para um Processo Penal Democrático: Crítica à Metástase do Sistema de Controle Social. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2008.
  • ROVINSKI, Sonia Liane Reichert. Dano Psíquico em Mulheres Vítima de Violência. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2004.
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  • SABADELL, Ana Lúcia. Manual de Sociologia Jurídica: Introdução a uma Leitura Externa do Direito. 4. ed. rev., atual. e ampl. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2008.
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  • SCURO NETO, Pedro. Sociologia Geral e Jurídica : introdução à lógica jurídica, instituições do Direito, evolução e controle social. 6. ed. São Paulo: Saraiva, 2009.
  • SEBOLD, Alice. Sorte. Trad. Fernanda Abreu. Rio de Janeiro: Ediouro, 2003.
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  • SQUARISI, Dad; SALVADOR, Arlete. Escrever Melhor — Guia para passar os textos a limpo. São Paulo: Contexto, 2008.
  • SUMARIVA, Paulo. Criminologia - Teoria e Prática. Niterói: Impetus, 2013.
  • SÁ, Alvino Augusto de. Criminologia Clínica e Psicologia Criminal. prefácio Carlos Vico Manãs. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2007.
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  • TELES, Maria Amelia de Almeida. O que são Direitos Humanos das Mulheres. São Paulo: Brasiliense, 2006.
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  • TOURINHO, José Lafaieti Barbosa. Crime de Quadrilha ou Bando de Associações Criminosas. 2. ed., rev. e atual. Curitiba: Juruá, 2008.
  • VASCONCELOS, Carlos Eduardo de. Mediação de conflitos e práticas restaurativas. São Paulo: Método, 2008.
  • VERARDO, Maria Tereza. Sexualidade violentada: as marcas de uma tentativa de destruição. São Paulo: O Nome da Rosa, 2000.
  • VEZZULLA, Juan Carlos. A Mediação de Conflitos com Adolescentes Autores de Ato Infracional. Florianópolis: Habitus, 2006.
  • VIANNA, Túlio Lima. Transparência pública, opacidade privada: o direito como instrumento de limitação do poder na sociedade de controle. Rio de Janeiro: Revan, 2007.
  • VIGARELLO, Georges. História do Estupro: violência sexual nos séculos XVI-XX. Trad. Lucy Magalhães. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1998.
  • VILHENA, Leonardo da Silva. A Preclusão para o Juiz no Processo Penal. Curitiba: Juruá, 2007.
  • WACQUANT, Loic. As duas faces do gueto. Trad. Paulo C. Castanheira. São Paulo: Boitempo, 2008.
  • WACQUANT, Loic. As Prisões da Miséria. São Paulo: Jorge Zahar, 2001.
  • WACQUANT, Loic. Punir os Pobres: a nova gestão de miséria nos Estados Unidos. Trad. Eliana Aguiar. Rio de Janeiro: F. Bastos, 2001; Revan, 2003. (Pensamento criminológico; 6)
  • WUNDERLICH, Alexandre; CARVALHO, Salo (org.). Novos Diálogos sobre os Juizados Especiais Criminais. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2005.
  • WUNDERLICH, Alexandre; CARVALHO, Salo de. Dialogos sobre a Justiça Dialogal: Teses e Antiteses do Processo de Informalização. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2002.
  • YOUNG, Jack. A sociedade excludente: exclusão social, criminalidade e diferença na modernidade recente. Trad. Renato Aguiar. Rio de Janeiro: Revan/ICC, 2002. (Pensamento criminológica; 7)
  • ZAFFARONI, Eugenio Raul. Inimigo no Direito Penal. Rio de Janeiro: Revan, 2007. Coleção Pensamento Criminológico n. 14.
  • ZAFFARONI, Eugenio Raul. Manual de Direito Penal Brasileiro: Parte Especial. 2. Ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2007. Vol. 2.
  • ZAFFARONI, Eugenio Raul; PIERANGELI, José Henrique. Manual de Direito Penal Brasileiro: Parte geral. 7. ed. rev. e atual. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2007. Vol. 1.
  • ZEHR, Howard. Trocando as lentes: um novo foco sobre o crime e a justiça. Tradução de Tônia Van Acker. São Paulo: Palas Athena, 2008.